domingo, 10 de julho de 2016

MAÇOM LÍDER EM SUA COMUNIDADE.

by José Filardo, Mestre Maçom. No ambiente das lojas existe muita cobrança, principalmente por parte dos maçons mais jovens que ingressam agora na Maçonaria, no sentido de que “a Maçonaria precisa ser mais atuante e agir para alterar o estado de coisas calamitoso da sociedade”. A falta de resposta, tanto conceitual quanto prática tem levado um contingente grande de neófitos a abandonar a Ordem diante de sua inação. A resposta padrão é que a Maçonaria nada faz, quem faz são os maçons. Naturalmente essa resposta é muitas vezes utilizadas como muleta por maçons que não estão dispostos a arregaçar as mangas e realizar alguma coisa além de ler ritual e comer pizza depois da sessão. Mas, ela é verdadeira na medida em que a instituição congrega um universo multifacetado de homens das mais diversas posições políticas, sociais e econômicas. Assim, sob pena de se fracionar ou criar rupturas fratricidas, a Maçonaria enquanto instituição deve se abster de interferir no curso dos acontecimentos. O que ela faz é criar condições para que seus membros possam discutir aspectos da sociedade, atingir consensos e valendo-se do amplo “networking” que a Ordem oferece, reunir recursos para, então, atuar em seu meio e modificar coisas, sempre de acordo com os princípios que norteiam a instituição a que pertencem. A Maçonaria, por sua vez, ajusta-se ao ambiente político e social do país onde está organizada. Dessa forma, temos a Maçonaria Britânica que está a serviço do Establishment, na forma de um braço do poder monárquico. A Maçonaria Francesa arvorou-se em defensora da República secular e visa proteger a França de interferências que possam deturpar os valores republicanos. No Brasil, infelizmente, ela se perdeu em lutas intestinas e cismas que a fracionaram e que a paralisam irremediavelmente. E nesse vácuo ideológico medram comportamentos e atitudes extremamente lesivos à imagem da Ordem, cerrando fileiras com ideologias espúrias, reacionárias, retrógradas e antipatrióticas. Uma instituição que criou a República e que sempre louva a Justiça e a Democracia, colocou-se como força apoiadora de um golpe de estado que derrubou um governo democraticamente eleito e emprestou seu apoio a um judiciário golpista que cometeu injustiças no atacado e no varejo. Além do mais, a falta de comando unificado e de conteúdo ideológico conduz seus membros a comportamentos entrópicos, voltados unicamente para a vida em loja, para o exercício do ritual como um fim e não como meio de praticar algo mais importante, qual moldar o mundo à sua imagem e semelhança. Isso posto, os maçons que ainda não se esclerosaram, que ainda não foram acometidos da paralisia que invadiu a Maçonaria querem ver alguma ação. Querem grãos-mestres proativos, executivos, que não fiquem apenas recebendo comendas, medalhas e homenagens, mas que realmente inspirem o “povo maçônico” a arregaçar as mandas e partir para o trabalho. E como podem os maçons atuar na sociedade? Tudo depende do poder temporal de que cada um dispõe, de sua posição no arcabouço da sociedade e de sua disposição e desprendimento. Mas, por menos poder e posição que cada um tem, a união faz a força. Cada maçom tem o dever de assumir uma posição de liderança em sua comunidade. Ponto final. Não há “veja bem…”, ou qualquer raciocínio que afaste esse imperativo categórico. Em sua igreja (se for religioso), sua APM, em seu sindicado, em seu clube, em seu condomínio, seu partido político, em sua cidade, estado e país. Nas cidades maiores, onde existem bairros, um canal efetivo são as “Sociedades Amigos de Bairro”, onde se pode realizar um trabalho eficiente de encaminhamento de problemas às autoridades encarregadas de resolvê-los. Segurança é o item mais importante em todas as comunidades. O maçom precisa participar dos organismos de interface com as autoridades de segurança pública, como os Consegs, por exemplo. Também no quesito segurança, começa a se popularizar uma ferramenta muito interessante que é alavancada por ferramentas de redes sociais como WhatsApp, Skype e outras: os programas Vizinho Solidário, onde são criados grupos interligados que se comunicam em situações de emergência ou preventivamente para afastar perigos localizados.
Não é fácil, é verdade. Eu mesmo venho tentando alavancar um esquema desse tipo em nosso bairro e esbarramos com a atitude típica do paulistano: arredio, misógino, avesso ao contato humano. Tentamos organizar a ASSOVIO- ASSOCIAÇÃO DE VIZINHOS ORGANIZADOS (o projeto pode ser visto em http://www.assovio.wordpress.com ) cujo projeto está patinando por falta de apoio. Mas, voltaremos a insistir em sua implementação, agora que surgiu apoio em forma de uma empresa de eventos, a quem interessa ter um parceiro no bairro. Estamos muito otimistas. Sonhar não custa nada, e podemos sonhar que um dia os maçons comandarão centenas de ASSOVIOS no território nacional, realizando uma parte daquilo que se espera da Maçonaria. Fonte: Acesso em https://bibliot3ca.wordpress.com/2016/07/04/macom-lider-em-sua-comunidade/

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Livros Maçônicos

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MAÇONARIA DA GERAÇÃO Y: COMO AQUELES EM SEUS VINTE E TRINTA ANOS ESTÃO MUDANDO A MAÇONARIA.

by Zehfilardo(Tradução José Filardo). Publicado em 4/5/2016 na Revista Oficial da GLUI – Freemasonry Today. CRUCIAL E FELIZMENTE OS MILENARES ESTÃO SE TORNANDO MAÇONS ->> Aqueles com menos de trinta anos constituem, atualmente, apenas dois por cento dos maçons britânicos. Isso pode parecer insignificante – a não ser quando você note que eles também são precisamente a única faixa etária na maçonaria cujos números estão crescendo. A participação de pessoas com menos de trinta anos está atualmente em alta de 7,65 por cento. Compare isso com uma diminuição em todas as outras faixas etárias – pouco mais de dez por cento para as pessoas nos seus 40 anos, sete por cento das pessoas nos seus 50 anos, e pouco menos de dez por cento para as pessoas em seus 60 anos. Este é um alívio significativo de um dobre de finados para todos nós. No Reino Unido, um pico do pós-guerra empurrou nossos números para mais de meio milhão de maçons. Nos últimos anos, não somos nem metade disso – 228.000 em 2011, 214.000 em 2013. E este não é só o caso da Maçonaria inglesa. As tendências têm sido amplamente paralelas através do Atlântico, onde 1959 testemunhou uma alta na filiação maçônica americana até quatro milhões, impulsionada por uma geração de candidatos leais que retornavam da guerra, despencando até a metade, pouco depois de 2000. Se quisermos saber o que o futuro reserva para a Maçonaria, poderíamos fazer pior do que olhar para Maçonaria dos millennials. O que maçons em seus vinte e trinta anos dizem sobre o que eles procuram em sua experiência maçônica? O que eles dizem que gostariam de mudar na maçonaria? Conversei com um grupo de maçons em seus vinte e tantos anos e início dos trinta, colocando-lhes estas duas perguntas. Entre eles, eles tínhamos um Companheiro, recém escolhido em seu primeiro mandato como Guarda Interno, dois Mestres atuais, e três ex-veneráveis, um dos quais é agora um Secretário de loja. Eles estão ingressando na maçonaria em alguns números – o que aparência eles, por sua vez, desejam que a Maçonaria tenha? VOZES DOS MILENARES John: John trabalha em TI e tem trinta e poucos anos. Um ex-venerável ativo de Londres, ele ganhou três caixas de fósforos de prata por cerimônias perfeitas de palavra, da Loja de Aperfeiçoamento de Emulação, e acaba de ser investido como Grande Mestre de Banquetes Metropolitano. Ele responde com quatro maneiras nas quais ele gostaria que a maçonaria mudasse: Início das sessões mais tarde. 16:00 é cedo demais para a maioria dos trabalhadores assalariados. Dias de folga são preciosos, e eu não gosto de reservar dias de folga ou meios dias de folga para maçonaria, a menos que seja estritamente necessário. Preservar o ritual. Ele é o cerne do que fazemos. É um pouco difícil fazer isso começando mais tarde, mas é possível. Eu não vou a reuniões para ouvir atas ou relatórios do Hospitaleiro (desculpe, Irmão Hospitaleiro – tente mandar por e-mail na próxima vez). Jantares mais baratos. Este é um ponto controverso, pois muitos jovens abastados estão à procura de algum jantar muito bom. Eu, infelizmente, descobri-me evitando tais jantares, pois acho difícil justificar com nossa querida esposa o pequeno aperto financeiro que estamos experimentando. Levá-la a sério. É bom dar risadas, mas se a sua loja ou unidade não leva essencialmente a sérioque eles estão fazendo, eu preferiria estar em outro lugar. Niall Niall, 27 anos, trabalha como gestor de investimentos e é secretário de uma loja de Londres, onde ele também é Ex-Venerável. Ele diz: “Uma coisa que continua aparecendo é o código de vestuário e o horário das reuniões. Eu acho isso, no mínimo, interessante. ” Richard: Richard, 33 anos, é um gerente sênior em uma empresa de serviços profissionais. Ele ingressou na Maçonaria em setembro, é agora um Companheiro, e acaba de assumir seu primeiro cargo como Cobridor Interno. Ele cuidadosamente observa: “Eu acho que um dos desafios com a geração do milênio é que eles podem ver a Maçonaria como eles vêem as organizações Jovens Agricultores ou Futuro Conservador. Ela é para um certo tipo de nerd rico educado em escola particular. Há uma abundância de geeks por aí que aproveitariam a Maçonaria, mas têm uma visão de mundo oposta, ou pelo menos diferentes da dos Jovens Agricultores ou Futuro Conservador. Então, há as reuniões festivas – socializar com pessoas fora da sua faixa etária é muitas vezes um desafio para os mais jovens. Isso sem mencionar as despesas com jantares. “Para mim, acho que a Maçonaria oferece uma jornada de descoberta pessoal, algo que não consigo encontrar só na política ou na religião. Eu contei a meus dois amigos mais próximos e as suas respostas foram: 1) não é um pouco estranho todas aquelas vestimentas? e 2) Eu acho que será bom para a sua carreira, pois maçonaria é sobre homens subindo o pau de sebo. Então eu tive que explicar a fraternidade, caridade, etc. Danny: Danny, na casa dos trinta, é um maçon de Leicestershire, trabalha como consultor, e está fortemente envolvido com as Fraternidades Acadêmicas. Ele pede mais Racionalização de Projeto (horário de sessão mais tarde, corte de partes desnecessárias, etc.) ao mesmo tempo que se mantém os princípios da Ordem. Expandir as Fraternidades Acadêmicas e Clubes Azuis Leves por todo o país. Esquemas de orientação mais fortes para cuidar e reter membros. Maior abertura e sensibilização do público, inclusive nas celebrações do Tricentenário. Modernização em termos da uso de comunicações eletrônicas para manter os membros da loja atualizados em nível de loja, provincial e GLUI. Consciência mais profunda do que está acontecendo fora de sua própria loja. E um avanço no uso dos meios de comunicação social”. Richie\|: Richie, na casa dos trinta, é um funcionário do governo local. Ele é um recente ex-venerável de uma Fraternidade Acadêmica, Loja Honor and Generosity No.165. Ele quer ver mais do Esquema de Fraternidades Acadêmicas, múltiplas cerimônias, múltiplos candidatos e levá-los rapidamente escada acima. Tim: Tim, 34 anos, é um consultor em Oxford, onde terminou um doutorado cinco anos atrás. Atualmente, ele é o Venerável da Loja Apollo University No.357. ‘A chave da Maçonaria para os mais jovens é pensar nela como um curso de desenvolvimento pessoal social e beneficente. Para considerar os três relacionamentos, ela tenta nos encorajar a pensar sobre a nossa relação com o nosso Criador, uns com os outros e consigo mesmo. ” RESUMO: Para resumir, os maçons entrevistados não estavam nela para jantar. Cada um deles, sem ser perguntado, sublinhou o ritual, desenvolvimento pessoal e moral e caridade. Eles pediram uma maçonaria que seja adaptada às práticas de trabalho, como no caso de John e Niall; e uma que responda aos desejos de empreendedorismo de beneficência individual. GERAÇÃO DO MILÊNIO: Os jovens maçons que quem falamos mostram muitas das características mais marcantes da geração do milênio – mais ou menos os nascidos de 1982 em diante. Esta geração foi assim chamada primeiro pelos historiadores William Strauss e Neil Howe nos Estados Unidos – para registrar um marco demográfico por volta de 1980 a 1990, à medida que os “Baby Boomers” nascidos depois da Segunda Guerra Mundial produziram seus próprios filhos. E o nome captura o fato de que eles atingiriam a maturidade a partir de 2000 em diante, neste bravo milênio. Se eles estão ingressando na maçonaria, ainda não é outro segmento dentro do tecido do establishment, e não é – em flagrante diferença dos parcos “ingressantes” que retornaram do Somme e Normandia para buscar experiências comuns em casa após a sua desmobilização – porque eles gostam muito de ingressar em coisas. Na verdade, é provavelmente bem o contrário. Segundo a pesquisa Atitudes Sociais Britânicas, é menos provável que a geração do milênio se considere parte de uma denominação religiosa particular, é menos propensa a aderir a um partido político ou a um sindicato, e é menos propensa a ter uma visão especialmente alta das forças. Embora o interesse em assuntos atuais seja bastante forte (em dois terços, quando perguntados pela Sociedade Hansard em um estudo de engajamento político de 2013,) a política partidária deixa a geração do milênio fria (com um terço confessando algum interesse). Eles são ferozmente individualistas. Pesquisa da YouGov os mostra mais propensos que os mais velhos a considerar o enfrentamento dos problemas sociais uma responsabilidade dos indivíduos, em vez de o governo. A geração do milênio britânica em especial, comparada aos seus vizinhos europeus da mesma geração, é relaxada sobre questões sociais – casamento do mesmo sexo, por exemplo, ou o consumo de álcool, tabaco ou maconha, de acordo com um estudo do Eurobarômetro. Também é muito mais provável que eles criem o seu próprio negócio que suas contrapartidas em qualquer outro país europeu. Parte disso tem a ver com a Grã-Bretanha – um país com alta frequência universitária, que se correlaciona com liberalismo social, com um mercado de trabalho flexível e competitivo, tendendo para a competitividade e individualismo, e cujos cidadãos (de acordo com a Economist) “organizam suas vidas em mídias sociais com mais zelo que a maioria”. “Isolados de instituições e em rede com amigos” é como o Pew Research Center descreve a geração do milênio em um estudo de março de 2014. O mundo da geração do milênio é digital, com 41% admitindo que preferem se comunicar eletronicamente do que pessoalmente ou por telefone. A afinidade dessa geração com o mundo digital, enquanto nativos digitais, permeia o que eles procuram de organizações – flexibilidade, experiências variadas e interessantes, feedback regular, uma oportunidade de continuar aprendendo. Desconfortáveis com estruturas organizacionais rígidas, seu empregador paradigmático é o Google ou a Apple, ou ainda melhor, uma nova empresa de tecnologia. Eles valorizam mentores de gerações mais velhas, mas há indícios de um possível conflito de gerações latente – 38% dizem que no local de trabalho, a administração mais idosa não se relaciona com eles, 34% dizem que sua motivação pessoal intimida as gerações mais velhas, e metade achava que seus gestores nem sempre entendem as formas como usaram a tecnologia. Um relatório da Price Waterhouse Cooper sobre a Geração do Milênio no trabalho diz que a crise econômica global foi a sua experiência de vida , tornando-os desconexos, com medo profundo do desemprego (72 por sentimento cento teve que abrir mão de alguma coisa para conseguir um emprego), mas com a aprendizagem e desenvolvimento pessoal sendo ainda a coisa mais importante que eles esperam dos empregadores – horários de trabalho flexíveis vêm em segundo lugar, com bônus em dinheiro em um surpreendente terceiro lugar. Eles não gostam especialmente de ingressar em instituições, mas estão ingressando nesta. Por quê? Sem dúvida, o engajamento profundamente pessoal com o desenvolvimento moral incentivado pela Maçonaria – que o ritual está lá, extremamente sugestivo, mas como você o interpreta e se envolver com ele é totalmente com você – atrai a geração do milêncio que tem uma desilusão com a instituição da autoridade. Assim como o faz a exclusão de religião e política do espaço maçônica, ambos discursos desacreditados para a geração Y. Conforme Richard notou acima, eles dificilmente ingressaram na Maçonaria porque, já tendo se juntado aos Jovens Conservadores e Jovens Agricultores, eles desejam mais do mesmo – voltando talvez em um círculo maravilhosamente completo às origens iluministas da organização, motivados pela tolerância, livre pensamento e ceticismo. A natureza contracultural da Maçonaria em 2016 pode até mesmo atrair. Teorias conspiratórias têm menos tração entre os Milenares, igualmente ao lado de todos os outros pontos de vista recebidos. FUTURO DA MAÇONARIA: A Maçonaria Milenar até agora incentivou suas próprias instituições. O Connaught Club, fundado em 2007 para maçons da área de Londres com idade abaixo de 35 anos, é uma delas – para membros de lojas que abrangem a mistura de idades, é uma filiação nova que congrega membros de diferentes lojas e está ligada a uma geração. O esquema de Fraternidades Acadêmicas é outro, criado em 2005, com a missão de “estabelecer e aperfeiçoar arranjos e oportunidades para alunos de graduação e outros membros da universidade para desfrutar a Maçonaria”. A Maçonaria em universidades tem seu próprio sabor – cerimônias com múltiplos candidatos, e em muitos casos mais de um grau trabalhado em uma mesma noite são a norma, assim como uma progressão rápida nos cargos – em ambos os casos, a fim de conduzir novos maçons através de tanto de seus percursos maçônicos quanto possível dentro do contexto de um curto período de tempo na universidade. Embora os nossos números estejam felizmente se estabilizando, a aquisição de novos membros desde o boom do pós-guerra significará que há um ligeiro excesso de unidades, sendo permitido a muitas das lojas do século XX e capítulos devolver suas cartas constitutivas, para permitir um número ligeiramente menor de unidades saudáveis, em vez de um número muito maior de unidades com apenas sete ou oito membros. Curiosamente, diz Mike Baker, o Diretor de Comunicações da GLUI em uma entrevista a esta revista, em comparação com o estado da Maçonaria na consagração do atual Freemasons Hall em Great Queen Street, os números agora e, então,’ não são radicalmente diferentes, mas o número de lojas é incrivelmente numeroso agora’. Outra tendência é o reaproveitamento de outras unidades em decadência – especialmente as lojas do século 19 que são a nossa prata da casa Vitoriana, detentores de Jóias Hallstone e passados um pouco mais longos. Muitas vezes, isso acontece em lojas de classe unindo pessoas ao redor de interesses particulares compartilhados. Eu devo uma confissão pessoal que, no ano passado eu contribuí para precisamente tal travessura, ao refundar uma loja Hallstone agonizante como uma Loja de Clube do Livro em Londres chamada Tivoli Libris Lodge No. 2150, cujas reuniões festivas são todas abertos a convidados (incluindo não-membros e mulheres) e que discute um livro diferente em cada ocasião em torno de pudim e Porto. A abertura, nós descobrimos, nos desmistifica um pouco, mostra a maçonaria como algo carinhosamente erudito, peculiar e acolhedor, e nós ja tivemos iniciados que saíram dos convidados de cada reunião até agora. Na mesma linha, junho testemunhou a consagração de uma loja de futebol em Hampshire e Isle of White – que já havia consagrado uma loja de ciclismo, uma loja de rugby com o nome robusto de Rugby Bastion. West Kent também está se movimentando para formar uma loja de ciclistas. Outro ponto de referência conveniente pode ser o Relatório sobre o Futuro da Maçonaria, que a UGLE encomendou em 2012. O documento foi em grande parte um exercício de avaliação com o tricentenário da UGLE – e da moderna maçonaria – começando a ser vislumbrado no próximo ano, em 2017. Na página 29, o relatório – preparado pelo Centro de Pesquisas de Questões Sociais em Oxford – conclui que, “mesmo na vanguarda de tecnologias de comunicação do século XXI, nossa necessidade de intercâmbios simbólicos que reforçam laços sociais permanece tão evidente quanto nunca.” Ele prossegue observando que, à semelhança dos Milenares acima, “talvez surpreendentemente, foram os maçons mais jovens quem colocam a maior ênfase nos rituais, vendo-os como um atrativo distinto da Maçonaria desde o início”, tudo “à medida que os rituais mais formais da vida britânica decaem”. Isso tem um apelo forte para membros mais jovens, na forma como ele combina aspectos agradáveis e divertidos com outros mais sérios envolvendo a ‘transmissão de códigos morais pela reflexão sobre as experiências dramatúrgicas e frases antigas. Há uma excelente citação lá, de um maçom que ocupa um cargo em uma loja universitário, que diz: ‘O ritual é uma coisa estranha e sedutora. Como um estranho você se maravilharia com isso. Como um homem inteligente você diria: “Isto é extraordinário.” E ainda assim eu vejo esses [estudantes universitários] vira para a maçonaria e eles a adoram. “E eles competem uns com os outros em uma espécie de jogo sério. Eles inserem “cacos” no ritual para pegar uns aos outros. ” CONCLUSÃO: O que isso significa para maçonaria deles? Coisas alegres, eu acho. A Maçonaria está adquirindo, de forma rápida e em alguns números, uma geração que não mostram sinais de considerar importante a hierarquia, cuja predileção de ver alvenaria como um clube de jantares (embora reconhecidamente, o melhor clube de jantar) é fraca, guiada por um senso de seriedade moral e insatisfação com as respostas para as grandes questões, em oferta quer da religião organizada ou dos partidos políticos – questões para as quais a sua forte disposição é responder eles mesmos, educados, e com beneficência empresariais. Mais especulativamente, outros têm levantado a questão de saber se a Maçonaria dos Milenares pode produzir uma relação funcional diferente e mais íntima entre a GLUI e duas grandes lojas de mulheres. Para uma perspectiva mais nacional, eu fui a Manchester recentemente e compartilhei muitos disso em uma conferência Provincial que incluía tanto maçons jovens quanto mais velhos, assim como o Grão-Mestre Provincial. Um velho maçom chegou a sugerir que, se os maçons mais jovens eram menos atraídos por jantares, talvez os centros maçônicos devessem examinar a possibilidade de converter algumas de suas salas de jantar em academias, com acesso livre para maçons. Reter jovens membros que ingressaram através da Fraternidades Acadêmicas pareceu ser um desafio fundamental, também – as relações com lojas “receptoras” de Londres estão bem estabelecidas para as lojas ligadas às Universidades mais antigas no Sudeste, mas menos, digamos, para os graduados do Norte que se mudam para a capital. Em todo caso, e em quase todos os aspectos, a inclinação da geração Y será de deslocar-nos de volta até onde começamos – uma instituição menos pesada, um refúgio de tolerância em um mundo partidário e raivoso. E uma Maçonaria cujos esforços de beneficência compartilhem um pouco mais em comum com a cultura de novas empresas do setor de tecnologia, e mostre um pouco menos do que Mike Baker chama de “pornografia maçônica”, o que um Milenário citado acima chama de “grip’n grin”- velhos, segurando um grande cheque. Pádraig Belton é jornalista e secretário da loja de clube do livro de Londres, Tivoli Libris Lodge No. 2.150. Seus jantares de livro são muito abertos a todos, e levantam tostões para instituições de caridade de alfabetização de Londres, britânicas, e no exterior. Acesso em https://bibliot3ca.wordpress.com/maconaria-da-geracao-y-como-aqueles-em-seus-vinte-e-trinta-anos-estao-mudando-a-maconaria/

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ARTE REAL-TRABALHOS MAÇÔNICOS: "A primeira instrução de Aprendiz".

Por Gustavo Souza Miranda Sacchetti. Como qualquer criança recém-nascida, o Aprendiz é tomado por uma intensa curiosidade por tudo que está a sua volta, o significado dos símbolos, a linguagem, a postura. Queremos beber a taça em um único gole, toda de uma só vez... E nossos Mestres, com a paciência e misericórdia de atenciosos pais, procuram amorosamente nos ensinar a postura correta de nosso corpo para facilitar os primeiros trabalhos de desbastamento da pedra bruta, sem que nos desestimulemos frente ao cansaço que vez por outra começam a abater nosso corpo e nosso espírito. Assim como não existe uma criança que não deseje atingir prontamente a vida adulta, não há Aprendiz que não deseje tornar-se rapidamente um Mestre. Embora tanto uma como o outro não compreenda que se tornar um adulto assim como um Mestre, é na verdade assumir grandes responsabilidades. Ser um aprendiz, um Aprendiz ativo e inteligente que desprenda todos os esforços para progredir iluminadamente no caminho da Verdade e da Virtude, realizando e pondo em prática a Doutrina Iniciática, é sem dúvida muito melhor que ostentar o mais elevado grau maçônico, permanecendo na ignorância dos princípios e fins sublimes de nossa Ordem. Não devemos ter demasiada pressa na ascensão a graus superiores. Compreender efetivamente o significado dos símbolos e cerimônias que constituem a fórmula iniciática deste grau, procurando a sua prática todos os dias da vida, é muito melhor que sair prematuramente dele, ou desprezá-lo sem tê-lo compreendido. A condição e o estado de aprendiz referem-se, de forma precisa, à nossa capacidade de apreender; somos aprendizes enquanto nos tornamos receptivos, abrindo-nos interiormente e colocando todo o esforço necessário para aproveitarmos construtivamente todas as experiências da vida e os ensinamentos que de algum modo recebemos. Estas qualidades caracterizam o Aprendiz e o distinguem do profano. No profano, prevalecem a inércia e a passividade, e, se existe um desejo de progresso, uma aspiração superior, encontram-se como que sepultados ou sufocados pela materialidade da vida, que converte os homens em escravos completos de seus vícios, de suas necessidades e de suas paixões. A Autoridade dos Mestres é simplesmente Guia, Luz e Apoio para o Aprendiz, enquanto não aprender a caminhar por si mesmo, mas seu progresso será sempre proporcional os seus próprios esforços. O esforço individual é condição necessária para este progresso. O Aprendiz não deve contentar-se em receber passivamente as ideias, conceitos e teorias vindas do exterior, e simplesmente assimilá-las, mas trabalhar com estes materiais, e assim aprender a pensar por si mesmo, pois o que caracteriza a nossa Instituição é a mais perfeita compreensão e realização harmônica de dois princípios de Liberdade e Autoridade, que se encontram em tão franca oposição no mundo profano. Cada um deve aprender a progredir por meio de sua própria experiência e por seus próprios esforços, ainda que aproveitando segundo seu discernimento e experiência daqueles que procederam nesse mesmo caminho. Pela ordem natural das coisas, não é possível se polir uma pedra bruta, sem antes desbasta-la. Por isso os instrumentos dos Aprendizes são: a régua de 24 polegadas para apreciarmos às 24 horas do dia com critério, na meditação, no trabalho e no descanso físico e espiritual; o maço significando que é preciso por em prática as criações do cérebro e coração; e o cinzel mostrando a perseverança das nossas atitudes para chegarmos à perfeição. Mas, antes de tudo, aprendamos o que é a Ordem em sua essência, quais foram suas verdadeiras origens; o significado da Iniciação Simbólica pela qual fomos recebidos; a Filosofia Iniciática da qual provêm os elementos, o estudo dos primeiros Princípios e dos símbolos que os representam. Receberemos assim o salário merecido como resultado de nossos esforços e tornaremos obreiros aptos e perfeitamente capacitados para o trabalho que de nós será exigido. REFERÊNCIAS: Aprendiz Maçom – Instruções Grau 1, R .’. E .’. A .’. A .’. - Ritual de 1928 Simbolismo do Primeiro Grau, Rizzardo da Camino Iniciação Maçônica: O Parto do Homem Perfeito, Walter de Oliveira Bariani Ir .’. Dalvo Ferreira Leite. Fonte: ARTE REAL-TRABALHOS MAÇÔNICOS. ACESSO: http://focoartereal.blogspot.com.br/2012/05/primeira-instrucao-de-aprendiz.html

terça-feira, 6 de outubro de 2015

28.º Grau - Príncipe Adepto.

Também conhecido por Cavaleiro do Sol, é um Grau eminen­temente hermético e cabalístico, complicado e sempre transmitido por Iniciação. Nem sempre os Graus subseqüentes do Rito Escocês Antigo e Aceito são uma continuação do anterior. Na maioria das vezes são Graus totalmente independentes, embora com algumas exceções. No caso presente parece haver uma continuidade complementar do Grau 22 - Cavaleiro do Real Machado e do Grau 26 - Escocês Trinitário. O Grau pretende demonstrar que Deus não manifestado é a Razão Pura e que Deus manifestado é a própria Natureza e que o Grande Segredo é a passagem do invisível para o visível, no entender de Nicola Aslan. A lenda do Grau remonta ao Jardim do Éden, que era o Paraíso Terrestre citado no livro de Gênesis. O Candidato ao Grau recorre à Verdade, aos Querubins e aos Silfos. A busca é o Grande Segredo que deverá fazer imperar a Razão sobre a Terra. Nos Rituais mais completos o desenvolvimento do Grau dá-se em quatro câmaras, a saber: a primeira é uma caverna, a segunda é forrada de preto, a terceira é forrada de vermelho e a quarta, de azul. O Presidente representava Adão, o único Vigilante é a Verdade, mais sete membros são os Querubins que formam o Conselho e mais cinco Irmãos são os Silfos. Os Querubins representam os Arcanjos Planetários e os Silfos são espíritos elementais do ar. Os Querubins, os respectivos planetas governados e cores, são: Miguel - Saturno - Negro Gabriel - Júpiter - Alaranjado Uriel - Marte - Vermelho Zaraiel - Sol - Dourado Hamaliel - Vênus - Verde Rafael - Mercúrio - Azul Tsafiei - Lua - Prateado Os Querubins são os Arcanjos Planetários, também conhecidos por Malakins e são da tradição mística judaica. Os Malakins trazem uma espada na mão, pois são os Guardiões do Santuário. No Altar de cada um deles há uma lâmpada da respectiva cor planetária. Cabe lembrar que eram estes os planetas conhecidos na Antigüi­dade e que para os efeitos astrológicos e cabalísticos o Sol e a Lua também são considerados planetas, embora na realidade sejam uma estrela e um satélite. O nome Cavaleiros do Sol é uma alusão à profunda consideração que a Maçonaria tem para com a maior glória do Criador. Parece que assim como o Sol propicia as quatro estações na natureza, também afeta psíquica e espiritualmente o homem, que passa a ter as suas estações espirituais. Cabe, todavia, esclarecer que o Grau de Príncipe Adepto ou Cavaleiro do Sol não é um mero objeto de adoração irracional e idolatra ao Sol, mas sim uma forma de prestar culto à natureza, que é a Verdade Manifestada. A Iniciação no Grau de Príncipe Adepto dá-se numa caverna, que é iluminada por um foco de luz colocado ao Oriente, simbolizando o Sol, que está coberto por um véu. O teto da caverna representa o céu estrelado. No centro do Templo, o Santuário, são colocados sete altares menores representando os sete planetas, nos quais sentam os Arcan­jos Governadores acima referidos. Na entrada do Templo, fica de um lado uma pomba e do outro, um corvo. Há também, a noroeste, um quadro de dupla face. Numa delas está a Estrela de Davi com um Sol em seu centro e com um dos nomes de Jeová; na outra há uma coroa de louros tendo na parte superior um laço de fita e no centro um coração alado. A sudeste há uma gravura representando um pórtico, onde o Bom Pastor sobe sete degraus com um cordeiro às costas. O Orador senta-se perto do Trono e tem a Tábua das Esmeral­das em seu poder. A Tábua das Esmeraldas é a síntese das obras de Hermes Trimegisto. Como vimos, o Presidente tem o título de Adão, Pai dos Pais, e traz na mão um cetro azul com um globo dourado. No pescoço tem uma fita azul da qual pende uma Jóia que é um Sol Dourado. Há apenas um Vigilante, o Irmão Verdade, que traz ao pescoço uma fita da qual pende um triângulo com um olho no centro. Traz nas mãos um bastão branco em cuja extremidade há um olho dourado. Para Iniciação ao Grau de Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto, o Templo estará apenas iluminado pelas lâmpadas coloridas dos Malakins. Os candidatos, Irmãos do Grau 27 - Cavaleiros Comen­dadores do Templo, são considerados filhos das trevas e preparados no átrio pelo Mestre-de-Cerimônias, que lhes explica as declarações que terão de prestar. Após a entrada, entre colunas, os candidatos ouvem a mensagem que o Presidente emite para eles a respeito do esoterismo do Sol. Finda a mensagem, um dos candidatos é conduzido ao Trono onde se apresenta como um idealista para lutar ao lado do bem. Segue-se então a Cerimônia de apresentação do candidato aos sete Malakins. Há um diálogo com cada um deles e a aposição de um paramento da respectiva cor planetária, sendo que ao final da apresentação o candidato estará trajado de sete túnicas coloridas, tendo as mãos amarradas e a cabeça coberta por um véu negro. Desta maneira ele é conduzido para entre a pomba e o corvo, onde ouve a explanação do Orador a respeito das Obras de Hermes Trimegisto. Então, os Neófitos prestam os seus Juramentos e o Mestre-de-Harmonias executa o Hino do Sol ou música apropriada. Após breve locução final do Presidente, os Neófitos são re­vestidos das suas insígnias e recebem os mistérios do Grau. 1 - Ornamentação do Templo do Príncipe Adepto Nos Rituais mais antigos, parece que não havia especificação da decoração do Templo. Nos mais modernos, temos a decoração descrita acima, mas raras são as Lojas que decoram os seus Templos ritualisticamente para cada Grau. Geralmente, são feitas inúmeras adaptações e mesmo modificações. 2 -Mistérios do Grau de Príncipe Adepto PALAVRAS - SAGRADA - Adonai - Resposta - Abrac (meu pai). - PAS SE - Stibium (antimônio). SINAIS - Colocar a mão direita sobre o coração com o polegar formando esquadria. RESPOSTA - Levantar a mão direita e apontar o céu com o indicador. TOQUE - Um aperto de mãos socialmente comum, sem afetação. BATERIA - Seis pancadas iguais (!!!!!!). TRABALHO - Abertura: é noite sobre a Terra, porém o Sol está no meridiano da Loja. - Fechamento: os homens seguem sempre o erro: poucos o combatem, poucos chegam ao lugar santo. Fonte: Blog Cidade Maçônica. Acesso em http://cidademaconica.blogspot.com.br/2007/07/uma-viso-global-dos-33-graus-do-r-e-a.html

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Soberano Príncipe da Maçonaria - 20.º Grau.

Este grau também é conhecido por MESTRE AD VITAM ou GRÃO-MESTRE DE TODAS AS LOJAS. Um dos pontos altos do Grau 20 é relembrar a construção do Templo de Jerusalém. Lembramos que foram três os Templos de Jerusalém, construídos, profanados e destruídos; o primeiro foi o Templo de Salomão, que foi profanado e destruído pela invasão do persa Nabucodonosor. O segundo foi o Templo de Zorobabel, profanado e destruído por Pompeu, Imperador Romano. O terceiro foi o Templo de Herodes, construído pelo Governador de mesmo nome e mandado destruir pelo Imperador romano Tito, no ano 70 da nossa era. Neste Grau referimo-nos à reconstrução do Templo de Jerusalém feita por Zorobabel; portanto, o segundo Templo, cuja história é referida no Grau 15 - Cavaleiro do Oriente ou da Espada, sob as ordens dos reis persas Ciro e Dario. Este é um Grau Bíblico-templário e a sua lenda refere que os caldeus instituíram no deserto as escolas de tribunos-oradores, cuja incumbência era procurar a verdade e que destas tribunas tiveram origem as diversas doutrinas, como os filósofos, os cabalistas e os Maçons. Segundo Nicola Aslan este Grau ocupa-se da redenção das massas pela pregação da verdade. O Grau é concedido por comunicação. 1 - Ornamentação da Loja. O Templo é decorado nas cores azul e amarelo. 2 - Mistérios do Grau PALAVRAS - SAGRADA - Rasah Betsijah ou Jehovah (conforme o Ritual). - PASSE - Jeksan. - Resposta: Stolkin. SINAL - São quatro os Sinais do Soberano Príncipe da Maçonaria: - PRIMEIRO SINAL - É o Sinal das Quatro Esquadrias. Pôr a mão direita sobre o coração com os dedos unidos e o polegar afastado (formam-se duas esquadrias; uma com os dedos e a outra com braço e antebraço). Pôr a mão esquerda sobre os lábios, dedos estendidos e polegar afastado (forma a terceira esquadria). Unir os calcanhares em esquadria. Forma-se aí a quarta esquadria. - SEGUNDO SINAL - Colocar-se de joelhos, encostando os cotovelos no chão, prostrando a cabeça um pouco inclinada para a esquerda. - TERCEIRO SINAL - Cruzar os braços sobre o peito (como no sinal do Bom Pastor), os dedos estendidos, os polegares em esquadrias (duas esquadrias) e os pés unidos pelos calcanhares em esquadria. - SINAL DE INTRODUÇÃO- Erguer o braço direito diante da cabeça como para defender-se de um golpe (com Espada). Encontrando-se as Espadas, cruzam-se e formam a Abóbada de Aço. TOQUE - Os Irmãos pegam-se mutuamente com a mão direita o cotovelo do braço direito, apertando-o por quatro vezes. Depois, correr a mão ao longo do antebraço e pressionar com o indicador na ligadura do punho direito. BATERIA - Três pancadas por uma e duas (! !!). 3 - Insígnias do Soberano Príncipe da Maçonaria. Avental - De cor amarela e forrado de azul. Segundo alguns autores, não há Avental neste Grau. Fita - Duas fitas cruzadas sobre o peito. Uma amarela e outra azul. Jóia - Um Triângulo de ouro sobre o qual existe gravada a letra R. Origem: Blog Cidade Maçônica. Acesso em http://cidademaconica.blogspot.com.br/ Fonte: Blog Maçonaria Sociedade Secreta. Acesso em http://maconariasociedadesecreta.blogspot.com.br/2011/05/grau-20-soberano-principe-da-maconaria.html

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

MESTRE DE MARCA

Um grau que enfatiza as lições de regularidade, disciplina e integridade. É um grau muito impressionante centrado na história do Companheiro das pedreiras e sua função na construção do Templo. Sua importância na Maçonaria Inglesa pode ser julgada pelo fato de que opera como uma Grande Loja separada e é altamente procurada pelos membros da Arte naquela jurisdição. Ao fazer o Grau de Mestre de Marca, o Mestre Maçom estará resgatando uma das tradições operativas mais singelas e significativas da Idade Média – e passando a identificar-se como faziam nossos antepassados que construiram as magníficas catedrais góticas. Fonte: Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil. Acesso em http://www.realarco.org.br/
Outras informações em http://www.realarcoadm.org.br/Inscricao.aspx